segunda-feira, 30 de maio de 2016

Das coisas que [ainda] me espantam

Esta minha nova condição tem coisas divertidas, como ser adicionada a grupos de 'Mães' nas redes sociais e coisas do género. Ou melhor, são coisas divertidas até eu começar a perceber exatamente de que coisas são feitas estes grupos. Na minha ingenuidade de mom-to-be de primeira viagem, sempre acreditei que estes grupos, fóruns, whatever, seriam lugares onde as pessoas trocavam experiências, falavam mal dos médicos ou procediam a trocas e roupinhas e vendas em segunda mão. Achava eu, na minha ingenuidade, que eram lugares onde se davam dicas de onde encontrar as melhores promoções de fraldas, das marcas que valem mesmo a pena, ou opiniões sobre as creches e colégios.

Mas não. Este é todo um mundo novo, que me tem feito oscilar entre o rir e o chorar, e que faz o meu marido dizer várias vezes "sai daí. A sério: sai daí!". É que ao contrário do que eu pensava, estes grupos e fóruns não são para nada dessas coisas que fazem sentido. Quer dizer, também há algumas. Mas na verdade, estes grupos estão cheios de perguntas que deviam estar a ser feitas aos médicos, pediatras, enfermeiras, maridos...e não a um grupo de pessoas leigas que não se conhece de lado nenhum. "A minha filha agora grita e chora durante a noite toda. O que poderá ser?"; "O meu filho tem um altinho no lugar x. Acham que me devo preocupar?"; "Estou enjoada e não sei o que fazer".

Se calhar sou eu que estou ser extremamente pudica e tradicionalista e que há coisas que acho que se devem partilhar, sei lá...com as amigas? Com os obstetras? Com os pediatras (imagine-se, colocar dúvidas médicas a médicos...). Mas é que realmente isto deixa-me um pouco confusa. Talvez ainda me passe, quando a miúda nascer. Mas se me virem por aí a fazer perguntas clínicas a qualquer pessoa que não seja um médico, por amor de Deus, dêem-me um par de estalos.

Grata.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Que nojo!

Ontem, através das redes sociais, consegui ver uma notícia absolutamente escandalosa - mas nem assim com direito a muita exposição por parte dos media tradicionais: uma miúda de 16 anos foi violada por 30 (vou repetir: TRINTA) tipos num bairro do Ro de Janeiro, no Brasil. A cidade que se prepara para receber os Jogos Olímpicos daqui a uns dias, precisamente. 

Os mesmos homens que se acharam no direito de violentar esta miúda foram os mesmos que publicaram fotografias do seu corpo inerte e ferido, depois da violação em grupo, nas redes sociais. Trinta homens. Uma miúda. E poucos suspeitos identificados pelas autoridades, como sempre.

E é claro que os comentários absolutamente descabidos não se fizeram esperar: que ela era toxicodependente (so what?); que já tem um filho, portanto…(oi?); que a saia era demasiado curta, logo, estava a pedi-las (perdão?) e mais um conjunto de barbaridades que me escuso a mencionar aqui,

Trinta homens. Uma miúda. A primeira palavra que me ocorre é nojo. A segunda é vergonha. Creio que o nojo não carece de explicações. A vergonha também não devia carecer, mas se calhar teremos que falar sobre ela, já que esta notícia parece não ter relevância no panorama atual:

  1. Nenhuma mulher - repito, NENHUMA -, aliás, nenhuma pessoa merece, a não ser em caso de legítima defesa, ser vítima de violência. Não me parece que uma miúda de 16 anos fosse perigosa para um grupo de TRINTA homens;

2. Nenhuma sociedade dita evoluída pode, sequer, achar que uma mulher que é violada não seja sempre uma vítima. Qualquer acto sexual praticado contra a minha vontade é crime. CRIME.

3. A educação que damos aos nossos filhos em casa é, sim, o primeiro passo para uma sociedade melhor: o machismo, o rebaixamento da condição feminina, o chamar nomes a uma miúda que vista mini-saia, são coisas que não contribuem para uma sociedade justa e respeitadora. Somos todos tão acérrimos quando se trata de defender que muçulmanas não usam o Niqab e depois somos tão idiotamente cegos em relação ao que se passa em nossa casa;

4. Um país que, no novo governo, não tem UMA única mulher no governo - estamos a falar do Brasil, onde não posso acreditar que entre 200 milhões de habitantes não haja 10 mulheres qualificadas para pastas ministeriais  - é um escândalo. A sério. É que para começar, as mulheres são a maioria do eleitorado brasileiro. Depois, até no final da ditadura houve mulheres no governo. E mais: o governo ultra-direitista de Michel Temer (que tem uma mulher “bela, recatada e do lar” como devem ser todas as mulheres, segundo o presidente interino), acabou também com a Secretaria das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. Isto num país que tem graves problemas relacionados com machismo, minorias étnicas e direitos humanos…saibamos ler nas entrelinhas;

5. Todos nós adoramos o Brasil. Eu também. Se pudesse, teria cidadania brasileira e viveria lá durante uns anos. Mas o facto de o Brasil quase parecer um país de primeiro mundo não nos pode fazer assobiar para o lado. Vamos a números relativos àquele país?

A cada 2 minutos, cinco mulheres são espancadas;

40% dos homicídios de mulheres são cometidos por parceiros íntimos;

A cada 11 minutos uma mulher é violada;

Chega para nos abrir os olhos e para exigirmos, do alto da nossa sobranceria, que seja feito algo? Ou a nossa indignação só chega para pedir a libertação de presos políticos em países para os quais não vamos passar férias? Ou a nossa indignação só chega para pedir a destituição da presidente Dilma sem sequer sabermos bem o que se passa na política brasileira?

Eu não acho que as mulheres tenham que ter tratamento diferenciado por serem mulheres - não concordo com a existência de quotas, de regras diferentes, nem com metade das coisas pelas quais lutam os movimentos feministas radicais. Mas lutarei sempre por uma sociedade onde as mulheres não valem menos; onde os homens (e mesmo as outras mulheres) não decidem se o tamanho da minha saia me faz “merecer ser violada”; por uma sociedade onde eu não tenho que obedecer a regras diferentes porque nasci com orgãos sexuais femininos em vez de orgãos sexuais masculinos; por uma sociedade onde as mulheres não são julgadas porque não gostam de fazer tarefas domésticas; por uma sociedade onde os homens não “ajudam” nas tarefas familiares, mas fazem a sua parte nelas.

E para lá chegarmos, não basta batermo-nos a favor do aborto, das barrigas de aluguer, da permissão para mudar de género, pessoas queridas. Para lá chegarmos, temos todos que ser mais exigentes connosco e com os nossos: repudiem as piadas machistas nojentas; não permitam que os vossos amigos façam comentários depreciativos; não permitam que os vossos filhos se achem superiores às vossas filhas; não lhes digam que eles não têm que fazer a cama ou limpar a loiça porque “são homens”; não chamem galdérias às miúdas que usam saias mais curtas do que gostam ou que se maquilham mais do que acham sensato; não excluam mulheres de cargos que sabem que elas cumpririam bem somente porque são mulheres.

Tudo isto começa em casa. Nas nossas casas. E repudiem, indignem-se, mostrem-se verdadeiramente enojados quando há casos destes a acontecer no mundo: trinta homens violaram uma mulher. Repitam isto para vós - repitamos isto para nós - até que entendamos que uma mudança social tem que ser forçada por nós. Trinta homens violaram uma mulher na cidade maravilhosa. Num país que vai receber os Jogos Olímpicos. Num país que todos adoramos. Trinta homens violaram uma mulher. E muita gente acha que ela mereceu. A sério. Repitam isto até à exaustão.


terça-feira, 24 de maio de 2016

Baby C. is knocking - Photo Shoot

Desde que nos conhecemos, nunca mais a largámos! Fizemos a primeira sessão com a Rita pouquíssimo tempo depois de termos casado, e depois disso foi também com ela que fizemos o nosso 'trash the dress', uma sessão com os nossos padrinhos e fotografias com amigas 

Recomendámo-la a vários amigos e era para nós óbvio que não podia haver outra pessoa a ajudar-nos a manter tão boas memórias como aquelas que queremos que fiquem gravadas desta fase que estamos a viver - mesmo que não a achemos a mais divertida do mundo!, ahah!


E mais uma vez, não nos enganámos. A Rita não só foi ter connosco onde estávamos a passar férias, como conseguiu, novamente, ver para além de todas as nossas tonterias e transformar os nossos disparates em fotografias bonitas que me quero apressar a imprimir e emoldurar.


Foi uma tarde absurda de gargalhadas, vento, disparates, gelados e muita paciência da parte dela - como sempre - para tentar fazer o melhor com a nossa displicência e falta de jeito para poses românticas, bonitas e sabidas de protocolo.


Agora só temos que escolher entre as quase 200 fotografias que ela editou para nós para vermos como não vamos forrar totalmente as paredes da casa só com estas imagens...



Ela acha que é demais, nós achamos que é sempre de menos: obrigada, de coração, por gravares em imagens tão bonitas aquilo que nós somos, e que queremos recordar daqui a tanto tempo. Obrigada! 

E a quem está desse lado e precise de uma fotógrafa amorosa, que respeita o vosso estilo, que vos sabe ouvir e captar, que é atenciosa, delicada, dedicada e absolutamente comprometida, nós atestamos: é falar com a Rita. Ela ganhou o título de nossa fotógrafa oficial da família há uns tempos, e parece-nos que vai ser muito difícil alguém roubar-lhe o lugar! :)



sexta-feira, 20 de maio de 2016

Fé no sistema restaurada

Porque afinal, se dizemos mal também devemos dizer bem quando isso se aplica, há que fazer o elogio público ao funcionamento do sistema. Não é que a Segurança Social - onde fui atendida em qualquer coisa como 20 minutos (o estado em que me encontro não podem ser só desvantagens diversas :D) - já tinha corrigido o erro, tratado do meu assunto e tinha tudo mais que em ordem?

Fé no sistema restaurada!, meus amigos. É o que vos digo. Quase dei dois beijinhos à D. Maria José, essa querida que me atendeu ali na Loja do Cidadão das Laranjeiras.

Afinal não estamos tão mal quanto parece. Cá beijinho!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Portugal de primeiro mundo (SQN)

Portanto, o sistema está contra nós. Eu não gosto de acreditar em teorias da conspiração, mas a verdade é que isto este ano parece que está tudo absolutamente alinhado para nos aborrecer.

Ora!, primeiro foram as Finanças - e todos nós odiamos as Finanças, verdade? É que este ano, em que entregámos o IRS certinho, direitinho, super no início do prazo anda andamos às voltas com mil divergências diversas que - pasme-se - nem sequer podem ser resolvidas por nós. É certo que se eu tivesse mudado a minha morada a horas havia coisas que se tinham resolvido mais rápido, mas como a Grécia e o BES me tramaram o ano e as horas e a agenda, a modos que não consegui. E pronto. Todo o sistema caiu em cima de nós e cremos que talvez la para Novembro tenhamos tudo regularizado.

Mas é importante deixar aqui uma nota: há fé nos funcionários públicos, e a senhora da repartição que nos atendeu (a D. Mariana) foi a pessoa mais querida, atenciosa e eficiente. Portanto, thumbs up que nem tudo pode ser mau. Ela lá nos avisou que receber IRS, a acontecer, só daqui a uns meses, mas pronto. A malta quer é tudo regularizado que ficar no limbo das finanças é pior que ficar no limbo entre o céu e o inferno.

Depois de resolvermos isso (ou de tentarmos), veio a outra parte: a médica enganou-se nos meus papéis e passou-me cenas com um número da Segurança Social que não me pertence. Não foi um dígito enganado. Não!, foi efetivamente todo um número de SS que não é meu. Na verdade, presumo que pertence a alguém que tem pelo menos mais umas quatro décadas de vida. O que é divertido. Porque assim, algo que devia estar tratado há duas ou três semanas...bom!; não está! E então lá vamos nós, dizer que aquele número não é nos. "Ah...pois. Tem que falar com a médica", diz a senhora que nos atende. No shit, Sherlock?

E portanto é isto. O sistema está a tentar lixar-nos a vida, mas nós somos mais teimosos e gostamos de provar que somos capazes de dar cabo do sistema, também! Portanto, se isto é uma tentativa de nos vencerem pelo cansaço, está a dar frutos! Mas temo que não resulte. Que eu sou teimosa e gosto de acreditar que  Portugal é um país de primeiro mundo. Para o provar, só preciso de fazer as coisas funcionar...vamos ver quem ganha.

Ufff.

domingo, 15 de maio de 2016

Do salário-satisfação

Ela entrou em casa, de sacos na mão, material diverso a sair pela abertura, tudo em tons de rosa e muito colorido: balões, esponjas, bolas de papel, papel crepe, chupa-chupas, gomas, salgados, amêndoas, chocolates, you name it. Durante quatro horas, esteve incansavelmente a desenhar, recortar, passar linha, pendurada em bancos a colar coisas, a pensar como disporíamos toda a decoração.

E claro, ela ainda fotografou tudo!
Durante quatro horas falámos de política, de relacionamentos, de bebés, de trabalho, do estado do jornalismo, da vida. Acho que escolho as minhas amigas pelas virtudes ecléticas, pela capacidade de falar de vestidos e de economia, pela entrega e generosidade - e que bom ter esta sensação. Durante quatro horas ela garantiu que não estava cansada apesar de eu saber que tinha tido uma semana infernal de trabalho. E aqui estava ela: dedicada, atenta, sorridente, bem disposta, focada na tarefa como se estivesse a escrever sobre os seus amados dinossauros ou exoplanetas.

No dia seguinte, foi a primeira a chegar, depois de ter resolvido o drama da falha da encomenda por parte da pastelaria - "Amiga, eles esqueceram o meu pedido. Mas está tudo bem, já resolvi tudo!" - e lá vêm mais quatro sacos cheios de sanduíches, salgados, queijos e demais iguarias de que ninguém se lembraria muito menos nos 30 minutos em que ela, sozinha, resolveu o problema.

Na casa que ela sabe que também é dela, ela abriu armários, arrumou, limpou, dispôs, resolveu, acolheu, fotografou, tratou dos jogos, dos presentes (até para os convidados) e surpreendeu toda a gente com a capacidade incrível de por tudo a funcionar.

A festa foi maravilhosa. O carinho foi imensurável. A minha gratidão, imensa. O amor por estas amigas que se vão fazendo cada vez mais presentes, ainda maior.

Podem faltar-me algumas coisas na vida, posso queixar-me de vez em quando do salário, do trabalho, da situação política, das pessoas más. Mas nada, nada, nada se pode equiparar ao que me fazem sentir estas pessoas que nunca me deixam cair. São elas, também, que me fazem sentir a pessoa mais abençoada da terra. E saber que já gostam tanto da pequena mini me só me faz querer esborrachá-las de tanta gratidão e de descanso, por saber que estarão sempre presentes mesmo quando tudo quiser desabar.

Obrigada, obrigada, querida Giu, por nunca teres deixado que o Atlântico nos separasse. Obrigada por me fazeres sentir tanta coisa ao mesmo tempo e transformares momentos [às vezes tão] assustadores em histórias tão bonitas. Love you loads!

[e sim, é isto que é o meu salário-satisfação. E dificilmente pode ser aumentado, parece-me].

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Please, just stop it

Eu nem sou uma pessoa de Verão. A sério que não. Mas não aguento mais a chuva. O tempo húmido. Não aguento mais não ver o sol, estender roupa que nunca mais seca, abrir as janelas e cheirar a terra molhada, calças as mesmas botas há quê...? pelo menos uns sete meses!! Não aguento vestir os mesmo impermeáveis, os mesmos casacos, a mesma roupa.

Alguém pode parar com isto, sff?

A sério. Não-se-aguenta!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

O meu médico é melhor que o teu

Primeira regra quando se quer ter um bebé? “Não dizer a pessoa alguma que se está a fazer por isso”. O conselho é da minha médica de há muitos anos, de quem muita gente não gosta porque ela é toda praticidade como eu gosto. “Também não penses muito nisso. Aproveitem a vida e divirtam-se que há-de acabar por acontecer”. E assim foi. Não se pode dizer que tivéssemos ‘tentado’ no verdadeiro sentido da palavra, antes não fizemos por evitar. Aliás, na altura em que eu engravidei, naturalmente, não dava jeito nenhum, como se quer. Tinha acabado de mudar de trabalho, e quando descobri já tinha assinado contrato…

Não houve ácidos fólicos nem ferros antes de engravidar – outra coisa que muita gente não gosta na minha médica. Eu percebo: tomar um remédio todos os dias faz-nos lembrar de que estamos a tentar algo e isso condiciona-nos. E também não houve dramas a seguir, quando lhe entrei no consultório e lhe disse: e agora? “Agora? Agora deixas de comer sushi que não vale a pena arriscar, não comes carne mal passada nem enchidos crus e vais à tua vida. Aproveita que será a tua melhor gravidez. Adeus”.

Saio sempre do consultório dela com um sorriso nos lábios e a ideia de que sou tonta por me preocupar com as coisas que vão acontecendo: ela descomplica tanto que às vezes acho que estou a ser uma dramática – o que é bastante possível, tendo em conta a minha queda para o dramatismo! Chama o pai à ação – “sim, é para fazer tudo o que ela não quiser ou não puder fazer. Sim, aproveita-te da gravidez que isso cansa” –, espera por nós quando nos atrasamos – “ia dizer para remarcarmos mas não quero grávidas nervosas” –, responde-me sempre com um sorriso descontraído às perguntas que acho serem super relevantes problemáticas e ralha comigo sempre que acha necessário – e Deus sabe como um bom ralhete tem efeitos muito benéficos em mim.


Cada vez me convenço mais de que ter um bom médico, com quem nos sintamos bem e descontraídos, em que sintamos confiança, é meio caminho andado para que esta fase – que não é tão fixe como querem fazer parecer, lamento – seja passada sem grandes dramas. E esta semana, mesmo antecipando o ralhete dela, uma vez que já lá devia ter ido, eu sou uma pessoa muito mais serena só porque sei que vou passar no consultório, que ela me vai acalmar as dúvidas, ouvir a miúda e tranquilizar o coração. 

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É claro que o nosso médico é sempre melhor que os outros, bem como o pediatra dos nossos filhos vai ser sempre melhor que os outros, e o nosso ecografista é sempre melhor que os outros. Mas isso é porque todos somos diferentes. E portanto agradece-se muito a que não haja bitaites sobre o assunto a menos que as pessoas em questão peçam conselhos e referências. Nem todos nos identificamos com o mesmo género e é importante que nos sintamos confortáveis com quem escolhemos para nos acompanhar nisto - obviamente que agradecemos que nos digam se houver algum caso de negligência médica ou assim em relação aos profissionais em causa! Ahah!
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