quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aos meus amigos

Tomar decisões que implicam mudanças significativas na nossa vida é um processo difícil. Geralmente não é uma algo que se decida de um dia para o outro. Se for para uma pessoa como eu pesam-se todos os prós, os contras, os assim-assim. Compara-se o que temos com o que vamos passar a ter, pensamos naquilo de que vamos ter que abdicar. Choramos, rezamos, pensamos, voltamos a pensar, a chorar e a rezar.

Pinterest
Agarramo-nos às certezas que fomos construindo ao longo da vida, às pessoas que nos rodeiam, ao nosso coração - que diz sempre, sempre, sempre quando estamos no caminho certo.

E agradecemos, todos os dias, por termos as pessoas certas ao nosso lado. Os amigos que garantem que vai correr tudo bem. Que nos amparam os saltos e nos sorriem, mesmo quando sabem que vai ser difícil. Por podermos partilhar o caminho com pessoas que nos fazem bem.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

10 years and counting...

Conhecemo-nos - eu, a T. e o A. - há dez anos. Fomos colegas de sala, de estudo, de trabalhos vários que se foram desenrolando naquela faculdade e fora dela. Depois embarcámos numa outra aventura juntos. Ou melhor, eu e o A., primeiro, a T. e o A. depois. Fomos estudar para fora, no país das gauffres, das moules e do frio. 

Oh Happy Days
Durante esse tempo conhecemos a querida Amandine [e já lá vão 9 anos], a belga menos belga que alguma vez conheci. Desde então já nos encontrámos com ela várias vezes - o A. em cidades diversas, nós, por cá. A Amandine entrou nas nossas vidas com um sorriso e uma generosidade que são difíceis de encontrar. De verdade. A Amande já fala um pouco de português e já entende a língua. Os dias com ela são um divertimento de conversas em inglês, francês e português em que ninguém se apercebe de que língua está a falar.

Esta semana voltámos a estar juntos algumas vezes. Eu, o A., a T. e a Amandine. E as nossas conversas deixaram de ser sobre os exames e passaram a ser sobre trabalho. Sobre as viagens. Sobre os filhos (a T. ganha). Sobre os sonhos e os projetos, pessoais e profissionais, que temos agora, dez anos depois de nos termos conhecido. A parte boa? Mudámos tão pouco desde que nos conhecemos, que queremos mesmo permanecer na vida uns dos outros mais tempo. Mais uns 100 anos, se possível. A parte menos boa? Continuamos com a mesma falta de juízo de sempre. Mas bom, não se pode ter tudo, não é? :)





terça-feira, 26 de agosto de 2014

Primeiro mundo wannabe

Cada vez me convenço mais de que o desenvolvimento de um pais não se mede apenas pela riqueza, estatutos vários ou pelos fantásticos índices de cumprimento de direitos humanos. Mede-se, e muito, pela educação.

Hoje, enquanto subia as escadas de uma estação de metro, tropecei e caí. Não me magoei, não aconteceu nada. Mas não houve uma pessoa a perguntar se eu precisava de algo. Na verdade!, a única coisa que ainda ouvi foi um piropo.

E senti-me verdadeiramente triste por viver num país assim.

sábado, 23 de agosto de 2014

Tortura do dia


A Sarah Jessica Parker lançou mais uma coleção de sapatos. E eu estou para aqui a roer-me por um parzinho de cada um destes. Ela podia parar com isto. Eu agora sou uma pessoa proibida de fazer compras. [mas são todos tão mas tão lindos!]

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Tão mas tão grata!

Quem me conhece - e mesmo quem me segue por aqui, apenas - sabe a relação que tenho com o Brasil. É a minha segunda casa, o meu amor imenso, é o país que me acolheu, que me embala, que me faz acreditar sempre que lá aterro. Que me deixou amigos muito queridos, me fez conhecer tanta gente importante...É um país que poderia ser meu tivesse eu nascido um Oceano ao lado.

Por isso é com orgulho redobrado que vos apresento o meu novo projeto, alojado no jornal que me acolheu quando eu era menos que um rascunho de jornalista, e com o qual tenho a maior honra de colaborar.

Espreitem. Comentem. Opinem. Gostem. Ah, e claro...acompanhem-me neste samba!:)






E se...

os teus padrinhos tivessem estado presentes no dia em que o teu [então] noivo te pediu em casamento?

© 2014 Still Photography. All Rights Reserved.
Esta é uma das caras que eles podiam ter feito. As outras estão guardadas nos nossos corações, nas nossas memórias -e claro, nas fotografias ;)


Mas que teria sido divertido, isso é inegável :)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Fica a dica #3

Eu já aqui falei da minha pequena - ahah - paixão pelos produtos da Uriage. Agora tenho que ser vossa amiguinha e falar de como a marca até é amiga das pessoas. No final de Junho quis experimentar um o Hyséac A.I., que nunca tinha usado. Mas como cada embalagem custa 14€, gostava imenso de o experimentar para ver se ele realmente resultava antes de investir na compra - sobretudo agora, em que as compras por impulso / pouco necessárias /passíveis de correrem mal, tiveram mesmo que acabar cá em casa.

Pois que enviei um email à Uriage e expliquei a situação. Perguntei se havia forma de experimentar o produto antes de o comprar, e eis que tenho não uma mas duas surpresas, cerca de duas semanas depois: não só me enviaram amostras do Hyséac A.I. para casa, como ainda me deram um cartão espetacular - que acho que podem pedir em farmácias que vendam Uriage. Um cartão que diz o seguinte: até dia 15 de Setembro basta colar quatro códigos de barras de produtos Uriage - um deles em que ser da gama solar - nesse cartão e escolher um produto da marca que será oferecido. Não é espetacular?

É que eu andava aqui a pensar que realmente agora não podia gastar esse dinheiro - o creme funciona! - mas que a minha pele precisava mesmo do Hyséac A.I. E de repente lembrei-me do cartão. Portanto, hoje andei a colar códigos de barras e já enviei o cartãozinho para quem de direito. No espaço de um mês a Uriage comprome-se a enviar o produto que escolhi para minha casa. Se forem pedir um cartão ainda vão a tempo de o preencher [podem mesmo enviar até dia 15 de Setembro. O que conta é a data do carimbo dos correios] e de ganhar um produto. Eu cá acho que é uma mega oportunidade. :)



O meu já seguiu!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

De quem importa.

Nos últimos quatro dias encontrei três pessoas importantes para a minha vida que não via há, no mínimo, oito anos. A primeira, o meu professor de Matemática dos 5.º e 6.º anos. O prof. João sempre teve em mim uma influência gira: era um professor bonacheirão, que acreditava que os alunos melhores deviam ajudar os mais fracos, que liderava a nossa turma com mão de pai em vez de mão de ferro. Quando o vi lembrei-me de como ele também ajudou a que eu não fizesse parte do grupo de pessoas que sempre odiou e se assustou com a Matemática. Dar-lhe um abraço e agradecer-lhe pelo que ele me ensinou encheu-me o coração. De verdade.

Três dias depois encontrei a minha Aquelá. A minha chefe de escuteiros do tempo dos Lobitos. Não via a Mónica há, pelo menos, uns 15 anos. A Mónica foi o meu primeiro exemplo, a minha primeira líder e a minha referência ao longo dos 14 anos em que fiz parte do CNE. Lembro-me de ser pequenota - ter uns 12 anos - e pensar que quando fosse chefe queria ser como a Mónica. Amorosa, firme, séria, divertida. Ela continua igual fisicamente. Espero que no espírito também. E eu gostei tanto de a ver...

Mais à noite, enquanto punha a conversa em dia com a querida F., olhei para a mesa do lado e não pude acreditar. O meu querido querido professor de Filosofia de secundário estava mesmo ali. Acho que não o via há uns oito anos, mas com quem ainda assim tenho mantido contacto - obrigada, Facebook. O prof. Bispo conseguia despertar o melhor e o pior que havia em mim naquela irritante idade dos 16 e 17 anos. Fez-me apaixonar por Filosofia e até arriscar a usar o exame como específica. As aulas dele, mesmo que fossem as 8h da manhã eram um gosto, e divertíamo-nos à séria mesmo no meio de Nietzche e Kant. O prof. Bispo foi um bocadinho meu mentor durante o tempo em que se escolhe que curso se quer seguir, o que se deve fazer da vida. E avisou-nos de que devíamos aprender alemão que em dez anos (agora, portanto) seria a língua mais importante do mundo - e não é que tinha razão?

Não sei o que significam todos estes reencontros. Para já enchem-me o coração. E de certeza de que são um sinal de que a vida, em qualquer momento, acaba sempre por nos juntar às pessoas importantes do nosso caminho.

Que as férias continuem assim. Cheias de reencontros. De sorrisos. E de votos de confiança.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ah, Verão, Verão...

Brazil&Portugal State of mind
Agradecer, agradece, agradecer. As nossas férias sabem - têm sabido - a amigos, a saudade, a reencontros, a recordações, a histórias contadas e agora partilhadas com quem mais importa. Sabem a família e a descanso. A muito muito descanso. A muito amor. A muito namoro. A muita gratidão. A muito alegria. A muito sal, sol e sorrisos. As nossas férias passaram por cidades que amo de coração e de que ele vai gostando também um bocadinho (pelo menos). E agora passam por aqui. Por casa. Pelo doce consolo dos braços de quem sempre nos recebe e nos ajuda a recarregar baterias para o que aí vem. Que sabe Deus o que será, mas que certamente vai ser melhor do que havia antes. Tem que ser. Vai ser. Por agora, continuamos ao sol e ao sal [mais eu que ele mas nós, sempre].
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