segunda-feira, 31 de março de 2014

Cereal killer

As amigas a sério - as amigas-irmãs, portanto - são aquelas que nos recebem com cereais [que elas não comem] na casa nova. Que foram escolher os cereais mais parecidos com aqueles de que eu gosto - porque esses não existem em países vizinhos - e que mos colocam na mesa de cabeceira para eu tomar o pequeno almoço ainda na cama.

As amigas-irmãs ficam com uma caixa cheia de cereais em casa. E vão ter que os comer ou vão ter que os guardar até eu lá voltar. Se isto não é amor...

:)

Bed and breakfast (literamente)

Londres, Março 2014

Welcome 29

Já não tenho palavras para me emocionar e para contar novamente. O meu aniversário foi o melhor dos últimos tempos. Verdadeiramente. Desta vez a história é ao contrário: está tudo aqui. A história e as imagens.






sexta-feira, 28 de março de 2014

Mega Aniversário!



Hoje é um mega dia. Que amanheceu em modo tios com abraços, beijinhos e parabéns ditos a
contragosto - o que não se diz a contragosto aos seis anos? Também tive um gato em cima da barriga, menos horas de sono que o costume e a mana a tomar o pequeno-almoço logo pela manhã. Os dois pequenos invadiram-me a cama e ficaram nisto até já estarmos todos atrasados.

Hoje fiquei histérica ainda não eram 8h e sinto que o dia já podia acabar que já estou tão feliz, já falei com praticamente todas as pessoas que me são família, via telefone, Skype ou demais nova tecnologia, que até tenho medo que estrague.

Não sei se já vos tinha dito, mas adoro fazer aniversário :)

UUUHHUUUUH

Eu juro que até queria escrever um texto profundo sobre isto de fazer aniversário. Mas a única coisa que me apetece dizer, mesmo, é:

HOJE É O MEU DIAAAA. Uuuhhhuuuh!

Obrigada :)

quinta-feira, 27 de março de 2014

Eu tenho dois amores

À terceira é de vez, dizem. E com esta coisa do Papado, foi mesmo assim. Quando nasci e até depois dos meus 20 anos, o Papa João Paulo II era o único que conhecia. Gostava dele, sem grande empatia, mas gostava dele. Tinha mais ar de avô do que de Papa mas não conhecia outro, portanto aquele tinha que servir.

Depois veio o Bento XVI. Nunca fui com a cara do senhor. Era inteligente, dizia e escrevia umas coisas com as quais eu realmente concordava, mas faltava-lhe...amor. Ternura no olhar. Não sei. Faltava-lhe algo. Recordo, inclusivamente, que nem tive muita curiosidade para o ir ver aquando da visita dele a Lisboa - e não fui, mesmo.

E depois chegou o Francisco. Que tem mais amor e ternura no corpo que todos nós juntos. O Francisco que liga para as Irmãs a desejar Feliz Ano Novo. O Francisco que atravessa os jardins para ir levar croissants quentes a Bento XVI. O Francisco que recusa demasiadas seguranças e barreiras entre eles e o povo de quem é Pastor. Francisco será sempre o meu Papa, desconfio. O Papa que mudou mais a imagem da Igreja em apenas um ano, que outros num pontificado inteiro. O Papa do amor.

Esta semana, o meu Papa [meu e de todos mas gosto de dizer meu que sou uma pessoa muito possessiva!, sim?] encontrou-se com o meu Obama. E eu fiquei arrepiada só de imaginar aquele encontro. Olhem só a boa energia que se sente no ar. Não-aguento!




 PS: Se alguém tiver o contato dos senhores, por favor avisem que o melhor presente de aniversário era uma chamadinha - ou um sms - de cada um. Juro! [I WOULD DIE]

*As fotos são das agências EPA e AP.

Frente e Verso | Caracóis

A Lénia adora caracóis:



"A Primavera está a chegar. E se, para a maioria das pessoas, isto é uma boa notícia por causa do bom tempo que se avizinha, para mim é uma notícia maravilhosa por outra razão: caracóis!

Sou doida por caracóis! Assim que chega a Março começo a salivar por este petisco. Sou das malucas que desatam a comprar caracóis para cozinhar em casa assim que os vêem à venda no supermercado (ainda não valem nada, mas mesmo assim compro e cozinho, só para matar saudades!).
Não há petisco mais primaveril do que este. E nada me sabe melhor do que uma tarde de esplanada acompanhada de caracóis e uma Coca-Cola. É o petisco perfeito: leve, delicioso... (já estou a salivar, sabem??)
Este ano vai custar-me mais: retirei o pão da minha alimentação e já não vou ter o prazer de comer caracóis intercalados com pão ensopado no molho... Tão bom...
Também sou fã de caracoletas. Adoro comê-las quentes, acabadas de sair da chapa, com as pedras de sal ali por cima. Adoro o molho de manteiga que grita "caracoletas" bem alto, adoro!
Eu era capaz de viver disto: caracoletas e caracóis. Felizmente casei com um senhor que é quase tão fã do petisco como eu. É por isso que, assim que chega o calor, os nossos jantares de domingo passam de canja a caracóis. Muito melhor!!
(Margarida, vai um pratinho?)"



PS: Lénia, a resposta à tua questãozinha maldosa está no lugar do costume. O teu blog!

Screaming

Há uma semana que não ponho um pezinho dentro de água. Esta coisa da natação vicia, mas a mim ainda não conseguiu fazer-me levantar o rabo todos os dias em que devia. Agora, a verdade é que não meto lá os pés há uma semana e sinto-me pesada. Física e psicologicamente. É verdade que a natação trabalha imensos músculos, que me faz sentir poderosa, porque consigo nadar quase um quilómetro, o que é uma verdadeira superação para quem não nadava 300m sem ficar a morrer, há três meses.

Mas também é verdade que sinto falta da natação pela libertação psicológica. Porque a água parece que nos lava a alma. Durante aquela hora não há telefones, não há emails, não há pessoas a falar, não há conversas cruzadas, não há mundo. Durante aquela hora sou eu, comigo, com o meu corpo e os meus pensamentos. Consigo ouvi-los, aos gritos, porque finalmente tenho tempo para eles. Para pensar sobre os meus próprios pensamentos - e passo o pleonasmo.

Porque precisamos disso. De nos obrigar a ouvir os nossos pensamentos. Precisamos de passar tempo connosco. Eu preciso de passar tempo comigo. Para me ouvir. Para me aconselhar. Para me pensar e redescobrir.

Portanto, hoje é dia de nadar. E escrevo-o aqui para ver se ganho vergonha na cara e não perco a coragem quando a hora chegar. Hoje vou nadar. E vou despedir-me deste ano como deve ser. A fazer exercício físico e intelectual. A cumprir a resolução de ano novo!


quarta-feira, 26 de março de 2014

2 days and counting

É o sexto ano em que vou passar o meu aniversário sem o meu pai. Creio ser o segundo ou o terceiro em que passo o aniversário sem a minha mãe - logo, sem o maravilhoso bolo de noz ou sem o bolo Mussolini. Acho lamentável. Portanto, fica aqui a nota para o próximo ano: quando fizer a viragem da década, ficarei grata que estejam por cá. Ou que estejamos todos num lugar qualquer, a celebrar. Boa? Este ano...olha!, bebam uma cervejola por mim e comam camarões-tigre para celebrar o facto de me aturarem há tanto tempo!




Let's talk about religion

Como já devem ter percebido - ou não - eu sou católica praticante. Sim, vou à missa aos Domingos e tento reger-me pelos princípios católicos, ou pelo menos, cristãos. O que nos leva à Quaresma - para quem não sabe, são os quarenta dias que antecedem a Páscoa e que devem ser marcados por alguma espécie de sacrifício ou de penitência, segundo a tradição.

Há muitos anos, as sextas-feiras da Quaresma eram dias de jejum, em que as pessoas tentavam comer muito menos, e onde o peixe substituía a carne à mesa - porque o peixe, mais caro, significava uma maior alocação de recursos da família. Esta penitência só deve terminar no Domingo de Páscoa - ou, no limite, no chamado Sábado de Aleluia, após à Vigília Pascal, em que já se celebra a Ressurreição de Cristo.

Este ano, mais do que nos anos anteriores, têm-me perguntado imensas vezes que penitência de quaresma estou a fazer. Que sacrifícios. Se deixei de comer doces. Se à sexta-feira só como peixe. Não. Não estou a fazer qualquer uma dessas coisas. E tenho feito poucos sacrifícios desses que só me custam a mim, confesso.

E explico porquê: com o passar dos anos, a tradição da penitência porque sim deixou de me fazer sentido. Não percebo onde é que o mundo melhora por eu só comer peixe, ou por deixar de comer doces. Mas percebo, por exemplo, quão bem posso fazer se abdicar de algum tempo livre para ajudar outras pessoas. Percebo como mudo o mundo se me mostrar disponível para ficar com os sobrinhos, para rever um trabalho de alguém, para ajudar a escrever alguma coisa, para participar numa actividade.

E portanto, é disso que é feita a minha Quaresma - e o meu ano. De tentar ajudar os outros e 'deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrámos'.  É assim que tento preparar-me para a Ressurreição - a minha, também.
A minha Quaresma não é feita da ausência de doces. Isso pode ajudar-me a mim, mas muda realmente alguma coisa? Na verdade, parece-me [a mim, entenda-se] uma penitência um pouco egoísta e, portanto, sem sentido. Para a minha vida.

Boa Quaresma, you all :)




terça-feira, 25 de março de 2014

Ah, o glamour!



Hoje é o aniversário de Sarah Jessica Parker. Hoje li que a sua melhor personagem - Carrie Bradshaw - nos deixou um legado de oito dicas de estilo. Concordo com quase todas. Parabéns, pequena SJP.

1. Ser não convencional é difícil mas vale a pena.

2. Nenhuma ocasião é demasiado casual para usar o melhor vestido no armário - se acordar de manhã com vontade de o passear.

3. A carteira certa faz a diferença entre um look comum e um conjunto distinto e especial.

4. Riqueza no banco vs. no guarda fatos - para quê ter dinheiro no banco quando se pode ter um closet recheado de peças bonitas e valiosas? [João, não fui eu quem disse, vês? :)]

5. Sapatos novos e especiais são quase tão reconfortantes como um homem - especialmente se forem o tipo de salto alto que muda a perspectiva sobre o Mundo.

6. Acessórios. Acessórios, acessórios, acessórios. Quanto mais únicos e diferenciadores melhor. 

7. A moda é para ser divertida, não para ser levada muito a sério.

8. Lingerie não é para ser escondida do mundo, mas sim para ser passeada nas ruas, em plena luz do dia [não concordo nada com isto!]

3 days and counting

Ando louca à procura de uma saia deste género e não consigo encontrar - vou dizer novamente: não encontro uma saia deste género que não custe centenas de euros. Em rosa ou em branco sujo.

Não encontrei em NYC, não encontrei em Londres, não encontro na Net, e obviamente não tenho encontrado em Lisboa. Portanto, se me querem fazer super feliz no meu aniversário, por favor, enviem-me a informação de onde posso encontrar uma destas para eu perder a cabeça. Também me podem enviar a saia, itself. É um 36, sim? Grata ;)



[Actualização: A saia já vem a caminho! Obrigada a todos os que ajudaram!!]

Never!, never!, ever again

Note to self:

Nunca!, nunca!, nunca mais vais adormecer ainda com a toalha enrolada ao cabelo acabado de lavar. Nunca mais terás que ver o triste espetáculo a que assististe hoje de manhã. Nunca mais demoraras 20minutos a domar o teu cabelo.

segunda-feira, 24 de março de 2014

always learning


[já escolhi o meu Essie. See it on Instagram. Que as tempestades atravessam-se de cabeça erguida e unhas pintadas.]

Oh joy


Eu sou feliz com as coisas simples da vida. Como a nova colecção da Essie. Que estava à minha espera ontem!, assim que cheguei a casa! Hoje é nails night!, giiiiiirls!!

Coração a transbordar

Eu podia ir-me abaixo de cada vez que algo acontece na minha vida - e às vezes vou. Mas a verdade é que tenho assistido a coisas tão fantásticas, que só consigo sentir-me mesmo abençoada. No final da semana passada - uma das mais difíceis do ano - apanhei o avião [numa viagem que já estava marcada]e fui passar o final de semana com a minha amiga-irmã à cidade dela. Se eu acreditasse em coincidências, diria que for uma tremenda, esta coisa de ter viagem marcada para esta data. Como não acredito, posso apenas dizer que a vida me é demasiado boa para eu não a aproveitar muito muito.

She makes me so happy! Passeámos durante o dia, apanhámos uma molha e jantámos com a vista da última foto.


Não tenho palavras para descrever quão bom foi. Não tenho mesmo. Portanto, digo-vos apenas que foi bom. Foi mega. Foi maravilhoso. E isto é muito menos do que foi, na verdade. Porque há poucas pessoas que me fazem sentir tão abençoada quanto ela. Voltei de alma tranquila e de coração cheio. A transbordar.
Mais passeios, 'Kaffirinhas' e fotografias.

E iniciei, oficialmente, a celebração do meu aniversário, que está mesmo quase a chegar (já vos disse que adoro fazer aniversário? :)) Fomos jantar ao lugar mais bonito e melhor de sempre - mesmo! - e dançámos loucamente para terminar a noite. Foi muito mais do que podia imaginar. E pedir.




quinta-feira, 20 de março de 2014

Frente e Verso | Musicais



Frente | O ódio da Lénia aos musicais
Adoro cinema, assim mesmo muito! Não sou cinéfila daquele género de estar sempre batida em tudo quanto seja festival de cinema, mas gosto de estar a par das novidades. Não sou grande fã de cinema mainstream. Adoro cinema indiano (do bom!), iraniano, coreano. Os melhores filmes que vi não são americanos. Sou fã de cinema europeu (do bom, obviamente... que, por exemplo, aquela coisa de "A Bela e o Paparazzo", sendo português, é cinema europeu e não vale nada!).
Uma das poucas coisas que não suporto são musicais. Estar a ver um filme em que toda a gente desata a cantar assim, do nada, é coisa para me mexer com os nervos. Fico ali, à espera de diálogos, e só oiço cantigas. Eu sei que o propósito dos musicais é mesmo esse, mas aquilo parece-me tudo tão pouco natural que não me cativa minimamente. Tive imensa pena que o "Anna Karenina" que estreou no ano passado fosse musical. É por isso que ainda não o vi - nem faço questão de ver. Por muito que queira conhecer a história (sim, que o livro continua ali na estante à espera para ser lido), recuso-me a ver aquilo na versão musical. Idem para o "Les Misérables", que é um dos meus livros preferidos de sempre. Mas isso não chega para aguentar o Hugh Jackman a cantar... (nem o facto de o homem ser giro o safa, convenhamos!)
Arrastarem-me para o cinema para ver um musical é sinónimo de dor de cabeça na certa (odeio música aos berros - com excepção de discotecas, e mesmo assim não são todas) e de um intenso e constante revirar de olhos do início ao fim do filme.

Há excepções: Moulin Rouge, de que gosto muito porque ali a história se sobrepõe à cantoria e porque gosto mesmo muito da banda sonora, e o velhinho Música no Coração - sim, adoro este!, e vejo-o sempre que dá na televisão, apesar de já ter perdido a conta às vezes que o vi. 

Agora, ver um musical na Broadway ou no West End poderá ser uma coisa completamente diferente. Em teatro,a cantoria não me choca assim tanto. A falta de naturalidade é muito mais aceitável em teatro do que em cinema e acho que não me custaria tanto. Aliás, um dia que vá a Nova Iorque hei-de fazer questão de ir ver um dos clássicos da Broadway, quanto mais não seja pela experiência. Talvez depois disse falemos sobre isto novamente. Até lá, musicais no grande ecrã, não, muito obrigada!

* E agora, contra todas as expectativas, a minha opinião sobre isto, aqui*
https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

quarta-feira, 19 de março de 2014

Celebration

Eu adoro fazer aniversário. Desde que me lembro que adoro fazer aniversário, e, segundo o meu pai - que conta esta história todos os anos, várias vezes - parece que quando era miúda começava um mês antes a dizer a toda a gente: olheeeeeem, faço anos daqui a um mêêêêêêêês.

Não me é difícil acreditar porque ainda hoje - alegadamente uma pessoa crescida e com juízo  - continuo a adorar anunciar. Gosto de fazer listas, de dizer à família toda o que gostaria de receber no aniversário, de pensar em que como será o dia, qual será o bolo...enfim.

Gosto mesmo do dia de aniversário, e é raro não trabalhar: não sei, gosto de fazer a minha vida normal e receber parabéns. Gosto mesmo. Portanto, por norma trabalho o dia todo e depois celebro ao jantar. Se no dia só me encontro com a família, uns dias mais tarde - geralmente no final de semana seguinte - junto os amigos e faço uma mega celebração. Da vida. Da amizade. Do que a vida me dá.

Não me lembro da última vez em que não celebrei com todos os que me são queridos o meu aniversário. Ou com um lanche, ou com um copo depois do jantar, ou com um jantar...

Este ano, adorando fazer aniversário, vou estrear-me nas não-celebrações. Não sei porquê, mas este ano não me apetece celebrar com pompa e circunstância. Apetece-me celebrar, agradecer, mas tranquilamente. Este ano não há festa, não há lanche, não há jantar com mil pessoas. Este ano vamos embora passar o final de semana a outro lugar, com nada na agenda a não ser aproveitarmos a companhia um do outro e celebrarmos mais um ano de vida.

Mas com ou sem celebração, a verdade é que estou aqui em pulgas. A minha irmã do meio tem razão: é difícil que haja alguém que gosta tanto de fazer aniversário como eu!


Odeio reuniões

Meetings mode on - you know you are really late when you make this hairdo cause your hair doesn't want to collaborate. 

Instagram

[e eu odeio mesmo reuniões. se pudesse vivia sem elas. e era muito feliz!]




terça-feira, 18 de março de 2014

Obrigada (que nunca é demais)

Há pessoas que nos inspiram. Não por serem as melhores pessoas do mundo ou por fazerem coisas que ninguém mais faria. Há pessoas que nos, que me inspiram, porque fazem, todos os dias, aquilo que têm que fazer, da melhor forma possível.

Uma das pessoas que mais me inspira, desde que a conheci, não é uma pessoa simpática. Não tem falinhas mansas, tem um mau feitio de bradar aos céus e tem um cérebro fantástico também. Isso e um sentido de justiça que conheci em muito poucas pessoas.

Uma das pessoas que mais me inspira ainda me deixa nervosa quando tenho uma coisa para lhe contar, e assim qu a digo fico à espera de lhe conseguir perceber no olhar se concorda com a minha decisão. E mesmo que não precise de a validar, sabendo da sua sensatez, sei também que estou no caminho certo se os olhos o disserem.

Um dia, quando for crescida, gostava de ser assim. Como essa pessoa. Talvez com um bocadinho de menos mau feitio (sorry :D), mas com a mesma sensatez e a mesma capacidade de ler o mundo. Com a mesma capacidade de trabalho, com o mesmo sentido de justiça e com o mesmo bom-senso. E sobretudo, com as palavras bem medidas.

Obrigada. De coração. Por me ouvires. Que eu sei que não é fácil. :)




10 days and counting

Um par de cada. Em 38,5, sim, por favor?  Podem mandar entregar em casa ou pedir a morada do escritório, para garantirmos que está cá alguém, sim? Encomendas aqui. Grata - mas rápido que dez dias é quase tempo nenhum e se apanhamos greve dos CTT é uma maçada!!

Lady

Etta

Maud

O melhor do meu dia | Água II

Quando, em Janeiro, decidi cumprir a minha resolução de ano novo, fiquei contente porque a tinha pelo menos posto em marcha. Mas a verdade é que me obrigava a fazer 400 metros e que saía de lá absolutamente esfalfada, com o instrutor a perguntar se eu precisava de máscaras de oxigénio porque mal conseguia respirar.

Gradualmente fui aumentando o número de piscinas que conseguia fazer. Sem drama, mas tentando nadar cada vez mais, no mesmo período de tempo. Ontem fiz 900 metros - e senti que podia ter feito os 1.000, devagarinho, se me tivesse apetecido ficar a nadar com mais 8 pessoas na pista. Mas não apeteceu, que muita gente na mesma pista incomoda-me.

Novecentos metros. Sem estar a morrer. E coordenado com um plano de treinos em casa, nos outros três dias da semana. Caraças, pá!


segunda-feira, 17 de março de 2014

A caminho

Adivinhem o que já está a caminho de minha casa!

A Spring Collection da Essie é linda, linda, linda e eu não resisti a comprar...toda!! Por ordem:

Hyde & Go Chic
Fashion Playground - vamos ser tão amigos!!!
Romper Room
Spin the Bottle
Style Hunter
Truth or Flare

Imagem daqui

Podia ter um vício mais caro. Menos mal!

Cheap NYC | Lojas



No seguimento deste post, seguem as minhas sugestões de lojas boas e baratas em Nova Iorque, para quem acha que a cidade é cara. Tal como acontece com os restaurantes, é facílimo gastar dinheiro e há lojas que quase nos fazem perder a cabeça – eu quase perdi com este vestido.

E vale a pena, imensas vezes. Há imensas lojas que vendem boas marcas com preços apetecíveis, e que compensam imenso para comprar os clássicos: um bom casaco de Inverno, uns bons sapatos, um bom vestido, um bom blazer..
No entanto, se, como eu, levam uma lista de coisas que nem são propriamente importantes para que durem uma vida, há lojas que nos dão um jeitão conhecer. Tudo depende, obviamente, do estilo de cada um, mas aqui ficam as minhas favoritas, da secção ‘affordable’:

Um clássico da roupa barata. Cerca de 70% do que lá está é péssimo, feio e nem sequer vale o preço. Mas os outros 30%, bem explorados, são um mimo para a carteira. No ano passado já lá tinha perdido a cabeça. Este ano levava uma lista, portanto só acrescentei duas ou três coisas totalmente irresistíveis. Blusas boas com 70% de desconto, uma saia linda para o Verão, acessórios, roupa interior…vim com um saco cheio e gastei menos de 50 euros. Há sempre uma zona de promoções e há sempre artigos que valem a pena. A loja é gigante e uma confusão, portanto temos que ir para lá com a paciência de um santo. Mas vale sempre, sempre a pena.

Mesmo sem aquele corpinho de anjo, é possível encontrar coisas fantásticas na VS. A roupa interior tem sempre promoções – 3 por 25 dólares – e as colecções são todas muito bonitas. No entanto, onde me perco mesmo é nos cremes hidratantes. Voltei de lá, novamente, com um carregamento absolutamente ridículo [custaram-me 4 dólares cada um. PVP? 12 dólares…]. É fazer as contas e ver como rende. Para além do facto de que são muito melhores do que muitos dos cremes que se compram cá.

Cremes diversos


Na América sê Americano. São as marcas mais baratas e que compensa, realmente, comprar. Desta vez não trouxe nada da GAP para mim, mas vim com várias coisas para o João. Nas lojas de rua há quase sempre saldos; se conseguirem ir a um Outlet, morrem de desespero porque querem trazer tudo. Comprei-lhe calças a 25 dólares e polos a preços que me recuso a dizer por tão ridículos. A roupa é boa, dura imenso tempo e como tem medidas praticamente personalizáveis (cinturaXaltura) assenta lindamente.

A versão californiana da Abercrombie&Fitch tem exactamente o mesmo problema desta loja: é demasiado escura. E grande. E a música está demasiado alta. Fora isso, é mega: o cheirinho é um mimo, as colecções são girissima (mais giras que as da A&F) e a roupa, para além de boa, não é cara. Desta vez tive a sorte de apanhar um dia em que as jeans estavam em promoção. Como faziam parte da minha lista de compras, aproveitei. São lindas e assentam lindamente – e custaram-me metade do que se as comprasse cá com qualidade equivalente. Vim também carregada de blusas e afins que estavam com umas promoções de cerca de 60% - quem resiste? J
A loja vende online e envia para Portugal. O que é bom, porque vê-se melhor a cor da roupa do que na loja, itself :)

Tenho uma cena com farmácias. Quando vivia no Brasil ia todos os dias a farmácias, às vezes só para olhar para as prateleiras. Sou um bocado ridícula, eu sei, mas as farmácias nos EUA e no Brasil são mega com aquelas prateleiras cheias de coisas. Bom, nos EUA aproveita-se para comprar coisas como Ibuprofeno (mais barato e com caixas bem mais giras), melatonina (quando alguém pede que não sou pessoa de precisar), batons do cieiro e produtos para viagem. A saber: desodorizante, pasta de dentes, líquido para as lentes de contacto, toalhitas desmaquilhantes e removedor de verniz tudo em tamanho de viagem, permitido em malas de mão. Custam praticamente 1 dólar cada e dão lindamente para levarmos naquelas viagens de final de semana em que só levamos mala de cabine. Um mimo! Para além disso, as farmácias norte-americanas vendem vernizes da Essie a 8,5 dólares (cerca de 6 euros). Como pode, né?

O mega Macy’s tem sempre uma coisa que eu a-d-o-r-o (na verdade, essa é uma das razões pelas quais gosto dos EUA): promoções. Mega promoções. Um piso de sapatos em promoção. E coisas diversas desse género. CK em promoção. Ann Taylor em promoção. Coisas fantásticas que nos fazem perder a cabeça. Não tinham nada da minha lista, portanto aproveitei apenas para comprar um presente na Kiehl’s (lá está, uma marca americana), que me custou praí metade do que aqui. Sucesso! :)

É cara, às vezes tem umas roupas estranhas, mas tem oportunidades fantásticas. Os tecidos são de óptima qualidade e como há sempre uma secção em promoções – lá está! – consegue fazer-se compras óptimas. Este ano não vi nada que me enchesse o olho, mas no ano passado trouxe de lá vestidos para dois dos casamentos que tive: custaram-me 30 dólares cada um (estavam com descontos de 70%). Querem que continue? :)


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