segunda-feira, 30 de setembro de 2013

My nails, my naaaails!

Quando entrei no cabeleireiro, no outro dia, ia morrendo. Eu, pessoa fiel à Risqué há anos, com dezenas e dezenas e dezenas de frascos em casa, com toda uma história com o meu 'Mashmallow de Alfazema', o meu 'Risotto de Mandioquinha', o meu 'Final Feliz', o meu 'Marrocos' and so on, de repente vejo-me ali, queda a toda uma nova gama de cores e frasquinhos e tudo e tudo e tudo.


Peguei neles, olhei e disse: Vou ter um casamento, portanto quero ainda uma cor de Verão, sff. Vamos ali para um vermelho-alaranjado, S., se puder ser.

Mas aqueles frascos continuavam a olhar para mim enquanto eu não lhes ligava nenhuma, de olhos fixos no teto como que a ignorar que todo aquele mundo colorido existia.

Mas o Nuno não dá ponto sem nó e fez-me levar para casa [obrigada, obrigada, obrigada!] uma das novas cores da coleção de Inverno da Essie. E eu, assim que passou a semana que dou às minhas unhas sempre que vou à manicure, fui experimentá-lo a correr. E apaixonei-me por este 'Vested Interes', que é um verde acinzentado lindo de morrer.

E agora estou aqui entre um sentimento de culpa porque me sinto a trair a Risqué, meu-amor-de-todo-o-sempre e o meu sentimento de rendição a estas cores novas. Se ainda não viram, façam o favor de ir experimentar. pela vossa saúde!!


Still Photography

Eu sei, eu sei que já falei não sei quantas vezes sobre a Rita e as suas fantásticas fotografias. So que agora tenho mesmo que escrever, porque a Rita já tem uma marca. E uma página nova e linda. E nós, com muito orgulho, fazemos parte dela!




Por isso, meus queridos, se quiserem tirar fotografias bonitas - com os amigos, o vosso marido/mulher/namorado/namorada/irmãos/filhos... - a Rita leva o meu selo de qualidade. E de graça, que ela é um mimo para se trabalhar!

Ora vejam lá [parte d]o resto da nossa sessão. Aqui!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Bêbados e furiosos

são pessoas - ou estados de espírito, se quisermos ser rigorosos - que, mais que os outros, devemos ouvir com muita atenção. E não tem a ver com a dita sabedoria de bêbado nem nada do género. É simplesmente porque são os momentos em que as pessoas dizem as mais verdadeiras frases.

Estão no estado mais puro e direto de raciocínio. Sem filtro, tempo nem discernimento para pensar e refletir na consequência do que lhes sairá da boca. Gostando-se ou não, são momentos de verdadeira honestidade.
Se vos disserem que vos gostam, acreditem; apesar de quem vos diz ser acanhado ou não expressar tanto no quotidiano. Nutram a amizade e a relação que têm com essa pessoa.
Se vos disserem que se estão a borrifar para vocês, ouçam também com atenção, porque não estarão certamente na lista de pessoas mais importantes nas vidas deles. E tenham noção de que muito facilmente a pessoa que julgavam ser-vos próxima, na realidade, não o é de todo. E ela no fundo já o sabe.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sh*t!!

Daquilo que eu precisava mesmo mesmo era de me enfiar um dia inteiro num SPA, que tivesse esteticista e cabeleireiro [o Nuno, obviamente] e pedir que tratassem de mim.


Isto é uma vergonha, senhores, uma vergonha. Não tenho tempo para nada. Nem para arranjar as unhas - que só para me aborrecer, esta semana só aguentaram cinco dias intactas.

Ahhh, o desespero do género feminino! Bem diz a Roberta Sá que "descanso é um artigo escasso /e nas terras raras dizem que é futuro".



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Amor ou património?

"É património", disse ela, à espera da nossa aprovação. "Não pode ter menos de quatro dígitos. Eu não aceitaria um anel que custasse menos de quatro dígitos!", repetiu.
"Mesmo se o amor da tua vida não o pudesse pagar?"
"Que se endividasse", respondeu. "É património", voltou a dizer.



Foram poucas as frases diferentes destas que ouvi há dias, numa conversa à volta de uma mesa, que comçou porque o namorado de uma amiga está a pensar pedi-la em casamento. À terceira frase eu levantei-me e fui-me embora, com medo de dizer algo que não seria politicamente correcto - mas isso sou eu, que aceitaria anel nenhum, que acho que o amor não se mede aos euros.

A amiga-que-vai-ser-pedida em casamento não quer saber dos quatro dígitos no anel apesar de a amiga dela dizer que não se pode aceitar nada menos. [Estás safo, J! Podes pedi-la em casamento sem teres que começar o próprio do casamento já com dívidas.]

E eu continuo a pensar: mas em que raio de relações acredita esta gente. Afinal em amor ou património?




terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma doença por dia...

Não é bem uma por dia mas tem sido uma coisa qualquer por mês. E apesar de eu já ter deixado mais dinheiro na farmácia estes dois meses do que no ano passado todo, não tem problema...vaso ruim não quebra, portanto, meus amigos, as más energias vão acabar por se cansar :)

Chatos pá. Vão à vossa vida e sejam felizes. Que maçada!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

[Another] Perfect Weekend

Chegámos aquela idade dramática em termos de casamentos: os nossos amigos estão todos a casar, e um ano com quatro casamentos é assim um ano porreiro, que já houve piores. E os casamentos são mega, nós geralmente só vamos  - e só somos convidados - de pessoas a quem queremos muito, portanto estamos sempre muito felizes quando o dia chega. O problema é que para nós, elementos femininos, o casamento é também uma carga de trabalhos e de despesas. Ora pensem comigo:

Vestido, sapatos, acessórios, cabeleireiro, maquilhagem, meias...

Claro que isto tudo se pode minimizar com a [óbvia] reciclagem de tudo. Mas tentem fazer isso quando o vosso marido tem um grupo de amigos tão grande, tão grande, que metade dos casamentos a que vão tem exatamente os mesmos convidados! :)

Adiante. Este Sábado tivemos mais um casamento e eu reciclei grande parte das coisas:  sapatos, acessórios, clutch...só não reciclei o vestido, mas tinha-o comprado em saldos, há uns meses, como geralmente faço com este tipo de vestidos. Teremos sempre ocasião para os usar e às vezes compramos verdadeiras relíquias a 80% de desconto. A make up também ficou por conta da casa que eu ainda consigo tratar do assunto [e sempre se poupam umas boas dezenas de euros].

Portanto, na verdade, a única coisa em que gastei dinheiro foi no cabelo - já aqui falámos sobre isto, não foi? O cabelo para mim é importante, preciso de me sentir bonita com ele e portanto, lá fui eu tratar disso logo de manhã.


Moral da história? Passei duas horas no [já-não-tão]-novo-amor-do-meu-cabelo, fui a correr para casa, passei pelo marido que saía a correr para a Igreja para preparar a parte dele, vesti-me e maquilhei-me em velocidade relâmpago e peguei nos acessórios que estavam mais à mão - eu sei, eu sei, devia ter pensado imenso sobre eles. Sorry!! Didn't happen!

Também desobedeci à minha enfermeira-melhor-amiga e ao meu Fígaro-fisioterapueta [sorry, guys] e fui de saltos altos - lamento, uma pessoa tem padrões!! Aguentei-me lindamente (ok, tive dores no final da noite) e divertimo-nos imenso. Dois problemas: no dia seguintes quase não nos conseguíamos levantar de tão cansados e eu sou uma baba com pernas e braços - nunca vi tantas melgas juntas num lugar. Juro!! Estou que nem posso!!

Em resumo muito resumido: o casamento foi giro, os noivos estavam bonitos e felizes, nós dançámos horrores, e ontem, em jeito de "temos-que-sair-de-casa-se-não-parece-que-morremos-mesmo" fomos até à Feira da Luz, já quase de noite, para repor o stock de facas e colheres de pau. Acabou-se o glamour! :)

[E só para ti, Carolina, a ficha técnica, como tu gostas ;)]

Vestido: Urban Outfitters
Sapatos: Melissa
Colar de pérolas: herança de uma quase-avó
Brincos: Pedra dura
Hair: Nuno de Oliveira




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Escape from Alcatraz



Foi uma das melhores experiências da minha vida. Visitar Alcatraz foi ainda mais pesado do que visitar a casa de Anne Frank, e eu não sabia que isso era possível. Chorei praticamente durante todo o tempo. Assustei-me. Arrepiei-me e dei saltos vários a cada som, a cada escuridão que se instalava numa visita que é áudio-guiada por antigos prisioneiros e antigos guardas da ilha – que, diga-se, tem uma vista fabulosa sobre São Francisco.


April 2013

Window - April 2013

San Fran Bay - April 2013

Os jardins continuam a ser lindamente tratados – como fizeram os presos que lá habitaram por uns anos – e muitas celas foram deixadas mobiladas e ‘decoradas’ tal qual como quando Alcatraz era um presídio. As solitárias – seis, se não estou em erro – eram de cortar a respiração. O guia manda-nos entrar numa e ouve-se a porta a fechar. Sente-se o vazio, o escuro, a sensação de claustrofobia e de que o tempo pode parar sem que nos lembremos de que alguém ali está dentro.

Cela 'standard'




Cutoff

Solitária

Refeitório


Depois os corredores, carregados de histórias de fugas mal sucedidas – apenas uma teve sucesso – , de agressões, de mortes. As paredes marcadas pelas rixas, e as barras de ferro pelo tempo e os crimes de quem por ali passou. Alcatraz é brutal no verdadeiro sentido do termo. A visita dura cerca de duas horas – obviamente dependendo de cada pessoa, que aquilo é experiência que se faz individualmente – e a mim deixou-me quase sem respirar. O recreio dos prisioneiros tem uma das vistas mais impressionantes que já vi em toda a minha vida. E eu, que logo a seguir ia sair dali de barco, não consegui sequer imaginar o que sentiria alguém que tinha toda aquela vista pela frente e estava confinado àqueles muros e grades absolutamente gigantes.

Saying goodbye

 E os sons que entravam pelas janelas abertas? As frinchas que deixavam passar o som das festas na baía de São Francisco em noites de Natal ou Ano Novo e que entravam cela adentro por quem nem sequer podia passear no corredor?
Eu sou uma lamechas, é um facto. Mas Alcatraz é duro. E lindo, ao mesmo tempo. Era uma daquelas visitas que, se pudesse, repetia uma vez por ano. E que recomendo a todas as pessoas que lá estejam por perto.

Lontra


É isto que o meu marido acha que eu sou. Uma lontra. "Somos os dois", diz ele, sublinhando que o que importa é que as lontras são fofinhas e dão a mão uma à outra. E obrigou-me a ir a Wikipédia confirmar que as lontras têm pouca gordura. [não fiquei muito convencida, mas ok].

Sou uma lontra. Welcome to my blog!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

U made it!


Eu devo ter feito muito mal a alguém nesta vida - ou em outra, sabe Deus - porque realmente, este ano acontece-me de tudo. Num dos melhores finais de semana deste Verão magoei-me no pé. Chamei logo os médicos e fui imediatamente assistida. Pus gelo, achei que não era nada, mas mantive-me atenta. Gelo, anti-inflamatórios, pé elástico. Passou uma semana. Fisioterapeuta. Não é nada. Mais gelo, anti-inflamatório e manter aa meia elástica. E claro, NADA de saltos altos - a sério! Eu tenho um casamento no Sábado...Já passou uma semana e meia. O meu pé está neste estado lastimoso e negro.

Não sei quem foi a pessoa a quem eu fiz mal. Mas digo-vos que apesar de estar cansada de ter dores, não vão ser mais teimosos que eu. E o bem vence sempre o mal. Aprendi isso com as histórias de encantar :)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

High heels



Esta coisa de não poder usar saltos altos está a matar-me. Juro.

Papel is going to die :(

[O nosso sonho não vai conseguir sobreviver. A nossa revista, que construímos, em tão pouco tempo, vai ter que acabar. Todos os jornalistas, advogados, fotógrafos, ilustradores, escritores-de-coração que para ela contribuíram estão praticamente sem palavras que descrevam a tristeza de ver este projeto morrer. Para quem nunca conheceu a Papel, pode ainda, obviamente, ler as edições todas que saíram. E aguardem por mais uma. A última. Porque como qualquer Prima Donna, we have to sing once more time. To say goodbye]

"Não é uma coisa fácil dizer, mas nós, a gente papelense, da revista experimental "A Papel", vamos criar a nossa última edição daqui um tempo (data ainda não decidida). Infelizmente, continuar com um projecto tão ambicioso é muito difícil (impossível) sem apoio financeiro, e a Papel mereceu o melhor de tudo. Claro que explicarei e direi mais na última edição. Muito obrigada pelo vosso apoio este ano.

Stay tuned.

I'm afraid to say that we of the experimental magazine "A Papel" will be creating its final edition in a little while (date to be decided). Unfortunately, continuing such an ambitious project is very difficult (impossível) without financial backing, and Papel deserved the very best of everything. Of course, I will explain and say more in the final edition. Thank you very much for your support this year.

Stay tuned.

Lucy Pepper
Directora da melhor revista de sempre"

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Sobrevivi!



As duas últimas semanas foram totalmente loucas. Uma correria, sem tempo para nada, quase nem para comer. Os últimos dias, então, foram um sufoco. Andámos quilómetros, esprememos todos os pequenos neurónios que ainda nos sobravam, mantivemos o sorriso durante mais de doze horas. E conseguimos.



Ontem foi dia de descansar – na verdade, foi mais dia de morrer, para ser sincera. Num fim-de-semana de um só dia, em que o sofá fo  Que hoje, qual Fénix, voltamos ao activo. Com menos velocidade mas a mesma intensidade.

[Ninguém disse que isto ia ser fácil…:) ]

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ouvido no metro #1

"Anda uma pessoa a criar um filho para depois os ver ir embora."

"Ele agora não sai de casa, de ao pé de mim. A menos que encontrasse uma rapariga com quem fosse viver. Mas elas agora coisas nem apartamentos têm, também."

"Não, não. Se é para ir par Angola ganhar uns trocos mais vale ficar aqui."

E é este o país - e os pais - que temos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A minha mãe

A minha mãe - a melhor do mundo - diz que todas as mães deviam ler o 'Fernão Capelo Gaivota' para aprenderem a deixar os filhos voar. Eu nunca li. Mas parece-me que ela tem razão.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Novo nome



Esta coisa dos nomes tem muito que se lhe diga. Sobretudo num País como o nosso, em que praticamente toda a gente se conhece ou conhece alguém que conhece alguém. Mas adiante.
Quando casei adoptei o nome do meu marido. Porque me faz sentido. No entanto, profissionalmente, continuo a usar apenas o meu nome: enquanto jornalista não ia, obviamente, mudar de nome, e actualmente, tem-me aberto várias portas por, precisamente, as pessoas se lembrarem de mim enquanto jornalista.

No entanto, ando a fazer um esforço adicional para, em tudo o que é estritamente pessoal, utilizar o nome dele. Qual é o grande problema disto? É que quando me chamam por esse nome, eu não respondo. Ainda não me habituei, e como tal, fico sempre a olhar para os senhores a pensar que estão a chamar a pessoa errada.

©Show me Pretty
 
No entanto, este fim-de-semana portei-me lindamente: assinei sempre com o nosso nome. Quando me perguntaram, respondi sempre com o nosso nome – ainda que as pessoas teimem em partir um nome que é composto. Mas hoje, quando regressei, lá voltei eu a responder pelo meu nome [que na verdade não é meu mas sim do meu pai e da minha mãe].

Ainda me falta mudar passaporte, cartões de viagens, cartões de crédito, carta de condução..no fundo, estou aqui a tentar convencer-me de que apenas quando todos os meus documentos tiverem o nome dele é que estou capacitada de me apresentar como tal! Ráspartam J



domingo, 8 de setembro de 2013

Fim do [nosso] Verão.

Este ano, por [boas] razões diversas, não houve férias de Verão. Os nossos planos foram todos por água abaixo, os calendários feitos cuidadosamente a dois atirados às urtigas e tivemos que recorrer à improvisação com os fatos que tínhamos: só há finais de semana; tivemos demasiadas contrariedades para poder gastar muito dinheiro; não sabemos como vai estar o tempo nos únicos dois dias por semana que teremos para 'feriaZar'.

Como eram tudo fatos consumados e não valia a pena pensar demasiado sobre o assunto, apostámos no descanso. Essa era a única coisa que sempre soubemos: precisávamos - sobretudo eu - de aproveitar os finais de semana para descansar tudo o que pudéssemos. Entre a casa de praia dos pais, uns passeios mais a norte ou a este ou a sul(zinho), tínhamos combinado que íamos guardar um último trunfo para [provavelmente o nosso] fim do Verão. Foi, possivelmente, um dos melhores finais de semana que tivemos. A dois. Sem pressas. Com o melhor tempo de sempre. Os lugares mais maravilhosos. O melhor serviço. E o coração cheio pela alegria de ter pessoas que nos querem tão bem. Que nos querem tanto.

Este ano - dizíamos - os fins de semana quase souberam a mais férias que quando temos férias. Porque nos focámos neles como nunca antes. Foram nossos. Muitos deles só nossos - mesmo que em casa. E foram preciosos para a nossa sanidade mental. E para o bronze dele.

[já eu, no ano em que fiz mais praia na vida, desconfio, chego ao último final de semana a parecer uma lagosta transpirada...]


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

La Feria

Politeama, 2013
Nunca fui - e desconfio de que nunca vou ser - fã de teatro de revista. Não acho graça a 70% das coisas que lá acontecem e não me identifico com outras 20%.

Mas há que reconhecer três coisas fantásticas sobre a 'Grande Revista à Portuguesa' que está em cena no Politeama:

1. Os figurinos são de estouro;
2. A Marina Mota e o João Baião [não sendo claramente o meu género de atores] são fenomenais em palco;
3. O La Feria não falha!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Amiga-quase-irmã #2

Há dias do caraças. Daqueles mesmo difíceis, em que trabalhamos quinze horas, vamos a correr para casa, pensamos que não vamos aguentar o dia seguinte. Dias em que não conseguimos comer, em que não vemos o nosso marido nem à saída nem à chegada, em que as dores de cabeça nos não largam e em que só queremos uma cama e descanso.

Dias em que ninguém parece lembrar-se de nós, porque o mundo às vezes é mesmo assim: tão rápido, tão a  correr, que as pessoas se tornam invisíveis umas para as outras. Nestes dias, a minha amiga-quase-irmã nunca se esquece. Nunca falha. Nunca se faz distante. Nesses dias, a minha amiga-quase-irmã lembra-me porque também me apaixonei tanto por um país que podia ser meu, tivesse eu nascido um Oceano mais ao lado. E merece mais obrigados do que aqueles que eu lhe consigo dizer, todos os dias.

Pão de Açúcar, 2009

SP, 2009

SP, 2009

Lx, 2012

RJ, 2011

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Show me Pretty #2

Lembram-se deste texto?

Pois é. Decidi chamar a romântica que [não] há em mim, e fazer uma surpresa ao John que incluiu moooontes de fotografias, uma tarde fantástica e um problema sério: não temos casa para tantas fotos que queríamos pendurar nas paredes!


Hoje, as palavras são da Rita Barreto, que vos mostra um bocadinho daquilo que foram duas horas fenomenais. Querem espreitar as fotos todas [mentira, só as que decidimos partilhar]?

Estão aqui!

And here we go again.

Quality-time-with-friend-sister and a glass of wine. Sun and see and love with J. Home spa time. And another weekend is over.
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