terça-feira, 31 de julho de 2012

Abrunhosa & Tony

Eu nem sequer estava a ver a sic neste dia [e sabe-se que eu sou pessoa para gostar de ver os Ídolos. Até porque o Abrunhosa já me convidou para chás e eu quase que apostava que um dia ele ia dedicar-me uma canção. Não aconteceu. Pronto.. :p] Mas a minha mãe ligou histérica a dizer para eu mudar de canal e fez bem. Porque ainda hoje continuo a rir-me a gargalhada com esta maravilha.


O que eu gosto de profissionais bem dispostos que sabem brincar. E - escondam-se os puritanos - tenho a dizer-vos que o Sr. Tony subiu bastante na minha consideração durante este programa.

Juro!

Juro que se as férias não se apressarem a chegar entro em colapso.

Juro.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Efeito Borboleta

É um filme que dou por mim recorrentemente a relembrar. Quem não viu devia claramente planear um serão desta semana que começa em frente ao mesmo. Mostra-nos o filme a história de um adolescente que tem a capacidade de mudar o passado e de ser transportado para o futuro alternativo que aquela alteração desencadeou. O pensamento é fácil e óbvio: perante vidas que vemos na TV, nas nossas demais esferas - familiares, pessoais, de trabalho - escorrega por vezes a pergunta: e se tivesse tomado outra decisão há uns anos? Tirado outro curso? Agarrado mais à guitarra que ganha pó? Ido atrás daquela rapariga? Saído do país a seguir à faculdade?
Estas interrogações não surgem em jeito de arrependimento mas na genuína curiosidade de saber como raio seria a minha vida se fosse de outra forma. O que estaria a fazer, com quem contava em momentos de aperto, para quem iria ao final do dia sei lá eu de que trabalho.
Não sugerindo obviamente o questionar de toda uma vida, quanto mais não seja fica a sugestão de filme para mostrar que o Asthon Kutcher consegue ser muito mais que um hippie dos anos 70 ou um totó que não sabe do carro.

http://www.imdb.com/title/tt0289879/

domingo, 29 de julho de 2012

Rock 'n Roll

Sobre chão de estrelas ;)



Para começar bem a semana =)

Facebook things #1

O Facebook é uma rede social muito gira. Divertida, rápida, dinâmica, e que acima de tudo nos permite estar de rabo alapado na cadeira do escritório ou no sofá de casa a cuscar a vida dos outros - só para resumir.
 
As pessoas acreditam que o que não escarrapacham no Facebook não acontece. E deixaram de querer - ou assim parece - ter alguma privacidade. Deixou de haver conversas em família. Deixou de haver jantares marcados sem que os 1.350 amigos saibam. Deixou de haver sms, emails ou até uma mensagem privada.

Sinal disso é que hoje, nos entremeios do trabalho, leio as seguintes coisas no mural de um amigo:

"X. está noivo de Y." - pensei: nice!

Mas a seguir continuei a ler. E eis que surge uma mensagem da mãe do noivo, que dizia o seguinte:

"X, não me falaste do noivado. Parabéns, filho. Se estás feliz eu também porque te amo muito. Beijos, Mãe"

Oi? Como é que é? Ok que é um bocado parvo ele não ter dito aos pais, mas daí a os pais virem fazer queixinhas no facebook...I mean: é só de mim ou as pessoas andam a perder claramente a noção de esfera pública e esfera privada?:|

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Lazy Days

Ontem foi um dia difícil. De acordar as 7h e sair do trabalho as 22h. Mas há os pequenos momentos que nos fazem felizes que mudam tudo.


Depois de três horas a ouvir senhores falar, o caríssimo chefe tinha pastéis de Belém [quentinhos] para toda a gente. Mais três horas de trabalho e entrar no carro a morrer. À minha sugestão encomendamos pizza para jantar?, a resposta foi, nããããão! Encomendamos sushi. Oh oh oh. Que chatice. Portanto houve sushi no sofá. E hoje, antes do dia começar, houve compras ao sol. E ao almoço houve conversa da boa. E sumo de melancia. E muitas gargalhadas. E é assim que vamos levando a vida. Um dia de cada vez.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sinais

É importante saber lê-los, mesmo que toldados pela paixão, pelo amor ou pelo hábito. E é importante que os amigos mais próximos nos avisem deles quando nem com néons cor-de-rosa às bolinhas percebemos o que se passa. Não há relações perfeitas, é certo, mas também não têm todas que ser do género "es lo que hay".

Ainda no outro dia, em conversa com uma antiga colega de faculdade, ela dizia: ah, comprei casa mas o meu namorado não quer ir viver para lá. Mas olha, se quer vai, se não quer não vai. Eu não sou amiga dela, e portanto calei-me. Mas se fosse tinha-lhe dito: olha lá, e acabares já com isso? É que vamos ser sinceros, aqui. Ninguém está a ir para novo, e ninguém tem as mesmas expectativas que tinha aos 18. Nessa altura pouco nos importava que tipo de casa gostávamos, se queríamos casar, ter filhos, ter cães, gatos, pardais ou piriquitos.Importava mais que tipo de música ouvíamos, se gostávamos de ir a festas, se aguentávamos uma direta and so on.

Mas isso agora interessa. Tal como interessa, por exemplo, se estamos com alguém que não gosta ou não se dá com os nossos amigos. Eu faço imensos programas sozinha, com as minhas amigas ou os meus amigos. Tal como o D. Ele tem as suas noites, os seus programas, os seus amigos. Mas na maior parte do tempo, estamos ambos com os amigos um do outro. Hoje jantamos com os meus, amanhã vamos para a praia com os dele, nos aniversários são os nossos e mais um pedaço de cada um.

Se assim não fosse -e já passei por isso - chegava um ponto em que simplesmente ia deixar de fazer sentido. Não faz sentido ter que optar entre os amigos ou o(a) namorado(a) / marido (mulher). Eles complementam-se, porque são importantes. E eu não quero ter que optar.  E, garanto-vos, as relações  baseadas nesse pressuposto de que a 'opção' é uma escolha que faz sentido, mais cedo ou mais tarde vão para o charco.

Portanto, se têm uma dessas, repensem-na. Seriamente. E se têm amigos que as vivem, avisem-nos. Porque os amigos não dizem só as coisas boas. De todo.

Surpresas

Se há coisa que me surpreende todos os dias é a quantidade de pessoas maravilhosas que me povoam a vida, mesmo quando estamos tanto tempo longe uns dos outros.

Hoje o dia amanheceu particularmente difícil, depois de uma noite passada em claro. E de repente dois emails surpreendentes. Dessas surpresas boas. Cheios de disponibilidade, de sorrisos e de vontade de ajudar.

Não há nada como os amigos. De facto.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cenas (diversas)

Expectativas. Coisas. Almoços. Conversas. Nervoso. Desilusões. Saudades. Sushi. Sorrisos. Fofocas. Trabalho. Esplanadas. Vestidos. Vernizes. Coisas. Diversas.


Raios

Um vidro partido depois de um dia de 12h de trabalho. Taxi cheio de sacos. [Raios me partam se eu não mando benzer aquele carro nos próximos dias!] Chegar a casa tarde e a más horas, fazer o almoço para hoje e conseguir ver uma série enquanto se pinta as unhas. Rearrumar horários e voltar a ir de metro enquanto os senhores se decidem a substituir o vidro. Uma edição de mil páginas para fazer em menos tempo que o costume. Uma aula no final do dia. Eventualmente dará para respirar ao deitar. Eventualmente.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dieta(s)

Passei o fim-de-semana todo a dizer: tenho que emagrece [algo que na verdade já ando a dizer há semanas, mas..oh well...] No entanto, a sensação adensou-se quando, ao chegar à praia, me deparei com um monte de amigas do D. cheiinhas de curvas, magérrimas e com tudo mais do que no sítio. Fui-me encolhendo na toalha e tentando não me levantar muito enquanto pensava: vais tão fechar a boca nos próximos dias. Mas tanto, que nem sabes.

Hoje, enquanto almoçava um hamburguer grelhado com massa simples, ao meu lado uma miúda que trabalha cá comia uma sopa. Devias estar era a comer sopa que o teu estômago agradecia. Mas é Verão e eu ando a comer a horas certas, portanto não pensei nisso. Mas a seguir à sopa ela comeu...Melão! O almoço daquela alma foi creme de cenoura e melão! E eu só consegui pensar: a sério que é isto que é preciso para ficar em forma? Sopa e melão ao almoço?

E pronto. Como eu sou uma comilona inveterada que se come peixe ao almoço daí a 30 minutos tem fome, perdi novamente a esperança em mim. Sopa e melão não dá para mim.

Ou seja: Welcome, fat girl. Estou condenada a ser uma orca.

Summer Mode On

O Verão finalmente veio para ficar, e enquanto não há tempo para férias, vai havendo tempo para finais de semana de sol, muito sal e muito descanso. Que as semanas têm sido cada vez mais difíceis e dois dias sabem pela vida quando podem ser bem aproveitados.

Portanto: amigos, gargalhadas, boas conversas e muito dolce fare niente para retemperar energias. Planos de casamentos de uns, planos de emprego e de viagens de outros e muita conversa jogada fora entre o sol e a areia de ali mais a Sul. Que ficamos mais bonitos - e mais felizes - bronzeados e cheiinhos de vitamina D.

Welcome, Monday!!

domingo, 22 de julho de 2012

Expectativas.

Estão por aqui, no momento em que escrevo estas primeiras linhas. As minhas primeiras linhas neste blog, em qualquer blog. Sinto-as em mim e sinto-as também em ti todas as vezes em que me insistes para que escreva.
Mas tão maiores que estas, metade minha, são as expectativas que tenho para o futuro que nos está esboçado.
Expectativas constroem visões que pode não vir a ser. Mas se controlo metade do que se poderá passar, os dados estão lançados e no bom caminho.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Está bem.

Está bem é a frase tramada. Aquela que, invariavelmente dizemos quando queremos acabar uma conversa porque ela nos não agrada. Eu tenho o terrível hábito de a usar imensas. vezes. Gosto pouco de ser contrariada. Começo a aprender a lidar com isso, mas não gosto. Admito. E uso demasiadas vezes o Está bem. Portanto, isto vai ser uma espécie de resolução de ano novo: usar menos o está bem. Que no mundo dos crescidos o está bem é feio :)
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